Fascinante Atletas Gays Enrustidos


Atletas Gays Enrustidos

Atletas Gays Enrustidos


Transpor do armário em um sentido fechado às vezes é a recepção casual ou premeditado da orientação sexual ou identificação de gênero de uma pessoa, sem o seu consentimento. Por implicação, a homossexualidade enrustida também é uma auto-divulgação gay não premeditado. Por extensão, lésbicas enrustidas ainda não se assumiram – ou optaram por não fazê-lo. Por definição, a queima de bandeiras lésbicas no armário é análoga à marginalização dos gays na história – e a queima de bandeiras tem sido principalmente simbólica. No entanto, há muitas mulheres enrustidas (e mulheres transgêneros) que ainda gostariam de se assumir.

Mas lésbicas e gays transgêneros enrustidos não experimentam esse paralelismo da teoria queering com a lógica da transfobia porque suas identidades de gênero não estão confinadas dentro das fronteiras de um lar físico. Assim, eles não se encontram presos nos limites de uma construção social e cultural feita de “gays” e “lésbicas”. Em vez de ficarem presos, essas pessoas transgênero podem definir seu lugar no mundo porquê pessoas fora dos limites das suposições “queer” e “heteronormativas”.

Há muitas razões pelas quais muitos homens gays e lésbicas enrustidos optam por viver nos Estados Unidos. A principal é que a segurança e a solidariedade da sociedade norte-americana, principalmente o sonho americano, serve porquê uma proteção viável contra os perigos de se assumir. Mormente para os transgêneros, os Estados Unidos oferecem uma rica bagagem cultural e história para a exploração da identidade sexual. De muitas maneiras, indivíduos transgêneros enrustidos tornaram-se o equivalente moderno dos queers nos séculos anteriores. Por exemplo, durante a era da Revolução Puritana Inglesa, quando o Rei Jaime II procurou implementar uma legislação contra a homossexualidade, muitos homens enrustidos foram presos nas Índias Ocidentais, onde enfrentaram a pena de morte.

Hoje, indivíduos gays e lésbicas enrustidos enfrentam cada vez mais hostilidade diariamente, tanto de membros da família quanto da sociedade em universal. Um exemplo notável disso é a recente história da Los Angeles Times Magazine intitulada “No armário: homens gays tomando uma posição”. Esta história, porquê outras, ilustra porquê homens homossexuais enrustidos estão escolhendo viver suas vidas porquê homens (e mulheres). Os escritores desta peça argumentam que a ênfase atual nos “direitos” gays é a-histórica, e tende a olvidar que a maioria das pessoas GLBT também foi historicamente fechada. Aliás, eles argumentam que a pressão em direção aos “direitos gays” nos Estados Unidos resultou na “perpetuação de um mito de predação sexual que os negros americanos negam há muito tempo”. Os escritores também afirmam que o “debate em torno dos direitos dos homossexuais não é sobre liberdade, mas sobre controle”.

No contexto mais largo deste cláusula, no entanto, não encontramos nenhuma discussão sobre predação ou negação sexual. Em vez disso, o que encontramos é uma retórica problemática que se manifesta em afirmações porquê “sapatos não gostam de meninos”, “homens gays são perigosos porque querem invadir seus quartos”, “teoria queer é cancerígena” – que há certas comportamentos que são inaceitáveis ​​para queers. Tal retórica marginaliza a existência e o valor de várias formas de frase de gênero, as identidades sexuais e de gênero de indivíduos trans e não conformes de gênero, muito porquê os desejos de muitas pessoas de se envolverem em comunidades lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros. Também força muitos homens e mulheres enrustidos a escolher entre viver uma vida autêntica de paixão e compromisso com aqueles que os amam, ou suportar na ignorância.

Os exemplos supra – juntamente com outros – servem para nos lembrar por que é tão importante que os atletas enrustidos falem. As razões para o silêncio em ambientes esportivos e outros ambientes de trabalho que normalmente apoiariam, se prestam perfeitamente a argumentos de por que transpor do armário é mais forçoso do que simplesmente estar no armário. À medida que o desportista luta com sua identidade, ele deve enfrentar o roupa de que o mundo sempre o tratará de maneira dissemelhante. O mundo sempre os tratará porquê um grupo fundamentado na orientação sexual – quer eles admitam ou não.

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